The Handmaid’s Tale: Autora anuncia continuação do livro

Margaret Atwood, autora de O Conto da Aia, que originou a série de sucesso The Handmaid’s Tale, anunciou que está escrevendo a continuação do livro. O romance se passará 15 anos após o final do último e se chamará The Testaments.

O anúncio foi feito no twitter da própria autora que confirmou que a sequência estava sendo produzida e deve chegar às livrarias em 2019.

No tweet ela ainda disse que todas as perguntas serão respondidas e o livro será narrado por três personagens femininas.

O livro chegou no Brasil pela editora Rocco e foi publicado pela primeira vez em 1985. O Conto da Aia já foi adaptado para o cinema e ganhou muita fama devido à série que atualmente está sendo produzida pela Hulu.

 

É fã de The Handmaid’s Tale? Então leia nossa matéria sobre distopias.

5 séries políticas mais tensas do que as eleições de 2018

As eleições deixaram as emoções dos brasileiros à flor da pele e fez com que muitos que se abstinham do cenário político se interessassem por essa área. Mas agora que as eleições estão prestes à acabar (seja dia 7 ou 28), muita gente vai se sentir órfão de discutir política com os amigos.

E foi pensando nisso que criamos essa lista com 5 séries políticas para quem quer saber como tudo funciona e ainda ter um pouco de diversão com dramas dignos das eleições de 2018.

 

House of Cards

A série da Netflix ficou muito conhecida pelas tramas políticas e os personagens extremamente complexos. A série estreou em 2013 e terminará na 6ª temporada que chega na plataforma de streaming dia 2 de novembro.

Os personagens principais Frank Underwood (Kevin Spacey) e sua esposa Claire (Robin Wright) fazem de tudo para subir ao poder. Corrupção e assassinatos rodeiam as tramas do casal e acabam influenciando todos por perto, sejam eles “ficha limpa” ou não.

 

Veep

Ao contrário das séries de política mais comuns, Veep é uma série de comédia que conta o dia-a-dia da vice-presidente dos Estados Unidos, Selina Meyer (Julia Louis-Dreyfus). A série satiriza todas as corrupções e jogos políticos que rodeiam essa área.

A série ganhou inúmeros prêmios e foi uma das poucas comédias desde 2000 que ganhou o Screen Actors Guild e o Writers Guild of America. A série foi finalizada em 2016 e possui 5 temporadas.

 

Designated Survivor

A série estrelada por Kiefer Sutherland (24 horas), foi resgatada pela Netflix para uma terceira temporada após a ABC a ter anunciado o seu cancelamento.

A trama é sobre a ascensão do secretario de Habitação e Desenvolvimento Urbano, Tom Kirkman, à presidência dos Estados Unidos. Após um atentado, Tom é designado ao cargo e têm que assumi-lo subitamente.

 

Scandal

As séries da Shonda Rhimes são conhecidas pelos seus dramas e personagens marcantes, principalmente as protagonistas femininas fortes.

A série se passa em Washington DC e é protagonizada por Kerry Washington que interpreta a personagem Olivia Pope, ex-fucionária da Casa Branca e responsável por uma empresa de gerenciamento de crises.

Recentemente a série teve um crossover com outra série da Shonda, How to get Away with Murder, aonde Olivia e Annalise Keating (Viola Davis) se encontram.

 

Homeland

A série Homeland, inspirada na série israelense “Prisioneiros de Guerra”, conta a história de Carrie Mathison (Claire Daines), que após receber dicas de um informante, passa a desconfiar que o soldado Nicholas Brody (Damian Lewis), herói da nação que ficou oito anos desaparecido em território inimigo, é na verdade um infiltrado terrorista.

A série toda passa a sensação de clima de guerra, principalmente a “guerra ao terror” e dá uma ideia muito boa sobre como os Estados Unidos vê os terroristas, principalmente os do oriente médio.

 

Bônus – The Handmaid’s Tale

Apesar de se passar em um futuro próximo e ter ares de distopia, a série The Handmaid’s Tale parece uma sinistra previsão do que pode acontecer com o planeta caso não começarmos a cuidar melhor da natureza.

Quando a taxa de natalidade cai a níveis alarmantes, governo extremista assume nos Estados Unidos. As mulheres férteis e solteiras ou separadas se transformam em aias, escravas sexuais dos governadores, para tentar aumentar a população. Na primeira temporada, acompanhamos a vida de Offred (Elizabeth Moss) bem de perto, portanto quase não vemos como a sociedade de Gilead (antigo Estados Unidos) se estrutura, mas na segunda temporada a série se torna bem mais política e podemos ver um pouco do que aconteceu para transformar tanto a vida da população.

Caso você não tenha visto ainda, já tínhamos falado sobre The Handmaid’s Tale aqui no site, dá uma olhada.

 

E aí? Faltou alguma série que você assiste pra ver um pouco mais das politicagens? Conte para a gente.

 

The Handmaid’s Tale: 5 Filmes com futuros distópicos para quem não quer dizer adeus à série

Mesmo nos sentindo extremamente desconfortáveis, mal podemos esperar para saber mais da história de Gilead e de June.

The Handmaid’s Tale é uma das séries mais bem criticadas e, com certeza, uma das que mais dá um nó no estômago. Enquanto séries de terror nos assustam através do absurdo, The Handmaid’s Tale nos faz ficar acordado pela proximidade com a realidade. Afinal, estamos mesmo tão longe disso?

Mas para te dar uma acalmada (ou não) trouxemos uma lista com 5 filmes com futuros distópicos para assistir enquanto nos despedimos da 2ª temporada de The Handmaid’s Tale.

5- Mad Max – A Estrada da Fúria (2015)

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O futuro de Mad Max pode estar mais distante do que o de The Handmaid’s Tale (apesar de não acreditarmos muito nisso depois da Greve dos Caminhoneiros), mas ainda mostra como a necessidade transforma as pessoas.

Furiosa, assim como June, está em busca da sua liberdade e tenta ajudar varias mulheres que são obrigadas a se relacionar e ter filhos do tirano Immortan Joe. Assim como no mundo da série, os bebês não nascem, ou nascem doentes, devido aos venenos que os humanos colocaram na Terra.

4 – O Doador de Memórias (2014)

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Em uma cidade onde não há memórias (ou cores), guerra e infelicidade, um homem é responsável por todas as lembranças da humanidade, incluindo como são as cores e sentimentos.

Assim como Gilead, a sociedade de O Doador de Memórias é cheia de regras e é interessante pensar como as cores têm um significado. Enquanto no filme, quem não tem memórias ou sentimentos, não consegue ver em cores, na série todos tem que usar roupas com cores pré-estabelecidas.

3 – O preço do amanhã (2011)

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Uma das questões que a série não conseguiu responder ainda, foi: pra onde foram as pessoas pobres? Sabemos que as Econopessoas (aqueles que usam cinza) não tem papel significativo na sociedade, ganham trabalhos mais simples. Mas fica aquela questão: Gilead conseguiu mesmo empregar todos aqueles que estão desempregados nos EUA e aqueles que perderam os seus empregos depois que toda a cultura do consumo foi destruída? Ou será que eles simplesmente os mataram ou os colocaram em outro lugar, como as Colônias?

E é aí que O Preço do Amanhã entra: uma sociedade aonde tempo é, literalmente, dinheiro. As pessoas são pagas em dinheiro e, caso ele acabe, a pessoa morre. Os pobres vivem contando com o pagamento no final do expediente para viver mais algumas horas, enquanto os ricos são praticamente imortais, pois tem tempo quase infinito.

2 – Jogos Vorazes (2012 – 2013 – 2014 – 2015)

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Katniss poderia ser facilmente comparada à June, elas viviam pacificamente e deixam que os acontecimentos ao seu redor continuem seguindo seu curso, até que são pegas por um governo que não respeita seu corpo e muito menos a sua mente.

1 – The Purge – Uma noite de crime (2013 – 2014 – 2016 – 2018)

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A franquia The Purge, que vai ganhar uma série pela USA Network e pela Syfy, é extremamente perturbadora por, assim como The Handmaid’s Tale, trazer uma realidade não tão distante da nossa.

Quando os índices de criminalidade atingem números absurdos, o governo dos EUA resolve criar um feriado nacional onde todos os crimes são permitidos. Assim como a cerimônia de estupro na série, no filme, nesse dia todos os crimes são vistos como simples rituais.

Bônus – Mulheres Perfeitas (2004)

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Mulheres Perfeitas não se passa em um mundo distópico, mas em uma cidade distópica. Um casal se muda para uma cidade do interior e lá começa a perceber que as mulheres são estranhamente… perfeitas. Ou pelo menos em uma perspectiva machista e sexual, elas estão sempre maravilhosas e vivem para seus maridos.

Em Gilead, percebemos que até mesmo as mulheres aparentam estar felizes com essa nova realidade, têm uma certa revolta e, apesar de terem contribuído para a construção dessa sociedade, sentem terem sido deixadas de lado.

 

Sabe de mais algum filme com futuro distópico que deveria estar nesta lista? Conte para a gente!