5 séries políticas mais tensas do que as eleições de 2018

As eleições deixaram as emoções dos brasileiros à flor da pele e fez com que muitos que se abstinham do cenário político se interessassem por essa área. Mas agora que as eleições estão prestes à acabar (seja dia 7 ou 28), muita gente vai se sentir órfão de discutir política com os amigos.

E foi pensando nisso que criamos essa lista com 5 séries políticas para quem quer saber como tudo funciona e ainda ter um pouco de diversão com dramas dignos das eleições de 2018.

 

House of Cards

A série da Netflix ficou muito conhecida pelas tramas políticas e os personagens extremamente complexos. A série estreou em 2013 e terminará na 6ª temporada que chega na plataforma de streaming dia 2 de novembro.

Os personagens principais Frank Underwood (Kevin Spacey) e sua esposa Claire (Robin Wright) fazem de tudo para subir ao poder. Corrupção e assassinatos rodeiam as tramas do casal e acabam influenciando todos por perto, sejam eles “ficha limpa” ou não.

 

Veep

Ao contrário das séries de política mais comuns, Veep é uma série de comédia que conta o dia-a-dia da vice-presidente dos Estados Unidos, Selina Meyer (Julia Louis-Dreyfus). A série satiriza todas as corrupções e jogos políticos que rodeiam essa área.

A série ganhou inúmeros prêmios e foi uma das poucas comédias desde 2000 que ganhou o Screen Actors Guild e o Writers Guild of America. A série foi finalizada em 2016 e possui 5 temporadas.

 

Designated Survivor

A série estrelada por Kiefer Sutherland (24 horas), foi resgatada pela Netflix para uma terceira temporada após a ABC a ter anunciado o seu cancelamento.

A trama é sobre a ascensão do secretario de Habitação e Desenvolvimento Urbano, Tom Kirkman, à presidência dos Estados Unidos. Após um atentado, Tom é designado ao cargo e têm que assumi-lo subitamente.

 

Scandal

As séries da Shonda Rhimes são conhecidas pelos seus dramas e personagens marcantes, principalmente as protagonistas femininas fortes.

A série se passa em Washington DC e é protagonizada por Kerry Washington que interpreta a personagem Olivia Pope, ex-fucionária da Casa Branca e responsável por uma empresa de gerenciamento de crises.

Recentemente a série teve um crossover com outra série da Shonda, How to get Away with Murder, aonde Olivia e Annalise Keating (Viola Davis) se encontram.

 

Homeland

A série Homeland, inspirada na série israelense “Prisioneiros de Guerra”, conta a história de Carrie Mathison (Claire Daines), que após receber dicas de um informante, passa a desconfiar que o soldado Nicholas Brody (Damian Lewis), herói da nação que ficou oito anos desaparecido em território inimigo, é na verdade um infiltrado terrorista.

A série toda passa a sensação de clima de guerra, principalmente a “guerra ao terror” e dá uma ideia muito boa sobre como os Estados Unidos vê os terroristas, principalmente os do oriente médio.

 

Bônus – The Handmaid’s Tale

Apesar de se passar em um futuro próximo e ter ares de distopia, a série The Handmaid’s Tale parece uma sinistra previsão do que pode acontecer com o planeta caso não começarmos a cuidar melhor da natureza.

Quando a taxa de natalidade cai a níveis alarmantes, governo extremista assume nos Estados Unidos. As mulheres férteis e solteiras ou separadas se transformam em aias, escravas sexuais dos governadores, para tentar aumentar a população. Na primeira temporada, acompanhamos a vida de Offred (Elizabeth Moss) bem de perto, portanto quase não vemos como a sociedade de Gilead (antigo Estados Unidos) se estrutura, mas na segunda temporada a série se torna bem mais política e podemos ver um pouco do que aconteceu para transformar tanto a vida da população.

Caso você não tenha visto ainda, já tínhamos falado sobre The Handmaid’s Tale aqui no site, dá uma olhada.

 

E aí? Faltou alguma série que você assiste pra ver um pouco mais das politicagens? Conte para a gente.

 

Dia do sexo: 5 cenas de sexo que mudaram a vida dos personagens (e dos fãs)

  • Com colaboração de Julia Benatti

Se tem uma coisa que faz o coração do telespectador bater mais forte é uma boa cena de sexo. Romances, ação ou terror, não importa o gênero, na maioria das produções alguma hora um casal irá demonstrar sua paixão. As vezes o sexo só faz parte do enredo, feito para chocar o público ou agradar quando trata de algum casal muito popular. Outras vezes essas cenas vêm para ser uma ruptura na vida dos personagens e mudar a forma como eles lidam com suas vidas.

Pensando nisso, escolhemos cinco cenas que impactaram não só os fãs, mas também a vida dos personagens.

– Black Mirror – Be right back

(2ª temporada, ep. 1. Direção: Owen Harris)

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Vemos o romance de Martha (Hayley Atwell) e o robô Ash (Domhnall Gleeson) se desenvolver, imaginando como será o futuro da humanidade quando dizer o “adeus” definitivo não for mais necessário. Tudo parece bonito demais, simples demais, até Martha e o novo Ash terem relações sexuais pela primeira vez e ela perceber que aquele não é o seu marido, apenas um reflexo de quem ele era.

A partir disso, Martha passa a ver o robô Ash como uma imitação barata do homem que ela amou, sem qualquer tipo de complexidade que um ser humano teria. Isso acaba por fazê-la odiar o robô, mas não o bastante para destruí-lo.

– Grey’s Anatomy – Brave New World

(5ª temporada, Ep. 4. Direção: Eric Stoltz)

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Apesar de não ser um dos casais favoritos dos fãs de Grey’s Anatomy, o romance ente Callie Torrez (Sara Ramirez) e Erica Hahn (Brooke Smith) tem seu ápice nesse episódio. É nele que acontece um grande passo na evolução amorosa de Callie uma das personagens favoritadas da série.

Callie tem sua primeira relação sexual com uma mulher e a gente acompanha toda a sua descoberta como bissexual. Apesar do romance durar muito pouco com a saída da personagem da Hahn, essa história foi muito marcante tanto na história quanto para o público.

Não era de se esperar que a personagem que sempre se acreditou heterossexual teria um relacionamento de primeira com alguém do mesmo sexo sem alguns passos incertos. A sua primeira vez é péssima!!! E isso só vai ser resolvido no 6º episódio da temporada depois de uma longa conversa entre as  personagens que deixa a Callie mais confortável para se abrir a nova experiência.

O relacionamento ente Callie Torrer e Erica Hahn é o que dá a carga emocional e experiência para a personagem entrar em um dos relacionamentos mais famosos da série com a Arizona Robbins (Jessica Capshaw) e que, apesar do seu fim, ainda é muito lembrado pelos fãs. #Calzona

– Friends – The one with Ross’s wedding – Parte 2

(4ª temporada, Ep. 24. Direção: Kevin Bright)

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Se tem uma cena de sexo (ou pós) que fez mudar tudo em uma série, foi quando vimos que Chandler e Mônica tinham transado. O resto do grupo ainda levaria muito tempo para descobrir e o episódio em que a verdade sai à tona ainda é um dos melhores de todos os tempos. Mas não tem como comparar com a surpresa que foi quando os dois saíram de debaixo dos cobertores.

Mesmo assim, não seria possível imaginar como esse relacionamento mudaria a dinâmica do grupo, tornando-os o casal mais querido de Friends.

– Outlander – The Wedding

(1ª temporada, ep. 7. Direção: Anna Foerster)

Considerado por muitos como o melhor episódio da temporada, esse é também um dos grandes acontecimentos que sustentam a série inteira.

Até o casamento de Claire (Caitriona Balfe) e Jamie (Sam Heughan), a inglesa se mantinha leal ao seu primeiro marido, Frank (Tobias Menzies). Mas a necessidade de um casamento às pressas e a falta de paixão – pelo menos relevada – não destruiu todo o romance da cena. A noite de núpcias de Claire e Jamie marcou o clima do que seria todo o relacionamento do casal, evidenciando sua conexão e amor recíproco.

– Game of Thrones – The Kingsroad

(1ª temporada, ep. 2. Direção: Tim Van Petten)

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Antes de Daenerys se tornar a rainha dos dragões, ela era subjulgada pelo seu marido Khal Drogo (Jason Momoa), que a via praticamente como uma escrava. Após pedir a ajuda de sua aia para conquista-lo, Daenerys passa a assumir o controle na cama.

A cena não só muda totalmente a relação entre Drogo e Daenerys, mas também nos dá um gostinho da mulher poderosa e corajosa que veríamos ao longo da série. Ainda que tenham começado de um modo no mínimo questionável, até hoje o Khal e sua Khaleesi são lembrados como um dos casais mais queridos de Game of Thrones.

 

 

Dia do sexo: Como a ficção científica acha que será o sexo no futuro

Se depender das ficções científicas, o sexo não vai acabar, mas pode e deve se modificar.

Enquanto você lê este texto, aproximadamente 1 milhão de pessoas estão fazendo sexo – ou amor, para os mais românticos. E é por isso, que no dia do sexo, resolvemos dar uma espiada no futuro para saber como as tecnologias podem afetar algo que é tão instintivo.

A data comemorativa foi criada pela Olla, marca de preservativos, para incentivar o sexo seguro e ajudar a quebrar tabus relacionados ao assunto. A escolha da data 6/9 já é auto-explicativa e a ação deu certo: esse dia ficou popularmente conhecido como o dia do sexo.

O ato sexual é nada mais do que instintivo ao ser humano, mas, como tudo ao nosso redor, já está sendo afetado pela tecnologia. Um estudo da University College, em parceria com a London School afirmou que as pessoas estão perdendo o interesse por sexo e a culpa pode ser da tecnologia e por estarmos cada vez mais conectados ao digital e desconectados do físico.

Mas, se depender das ficções científicas, o sexo não vai acabar, mas pode e deve se modificar. Reunimos então uma listinha de 5 produções que podem nos permitir dar uma espiadinha no que o futuro nos reserva entre os lençóis.

Black Mirror – The Entire History of You

(1ª Temporada, ep. 3. Direção: Brian Welsh – Netflix)

Black Mirror já é conhecida por explodir às nossas mentes e nos deixar questionando o que vêm por aí em termos de tecnologias. Mas esse episódio foi particularmente perturbador por mostrar uma tecnologia que fica acoplada ao nosso cérebro e filma tudo o que vemos, possibilitando até mesmo rever uma cena e dar zoom para ver detalhes do que está acontecendo.

Em uma das cenas mais marcantes do episódio, podemos ver os personagens Liam (Toby Kebbell) e Ffion (Jodie Whittaker) tendo uma relação sexual após uma briga, mas ambos estão re-assistindo outra vez que fizeram sexo, ao invés de focar no que está acontecendo no momento.

Quão próximos estamos dessa realidade? Nem tão longe e nem tão perto. Os óculos inteligentes como os da Intel e do Google, já estão entre nós e permitem que informações sejam projetadas nas lentes dos óculos. Ainda não temos lentes que conseguem gravar o que vemos, mas também já temos câmeras minúsculas com essa mesma capacidade.

E quanto à assistir outras cenas enquanto estamos no bem-bom? Bem, isso já é realidade à muito tempo. A Lovehoney, empresa que vende brinquedos sexuais, fez uma pesquisa  e descobriu que 46% das mulheres e 42% dos homens entrevistados pensam em outra pessoa enquanto fazem sexo com seu (sua) parceiro (a).

Gamer

(2009 – Direção: Mark Neveldine e Brian Taylor)

Gamer pode não ser o favorito dos críticos, mas a sua proposta com certeza é bem interessante. Num futuro próximo, as pessoas são pagas (ou têm suas penas de prisão reduzidas) para ser os avatares de outras pessoas em jogos de vídeo game. Portanto, ainda que você controle o seu avatar (que é outro ser humano) e veja tudo pela televisão, você ainda sabe que tudo está acontecendo na realidade. O que torna o jogo ainda mais emocionante.

Society é um dos jogos mais famosos na trama, uma espécie de Second Life ou The Sims, só que com pessoas reais vivendo tudo o que os seus controladores querem, inclusive ter relações sexuais com outros avatares.

Falta muito para isso acontecer? Parece que sim. Ainda não conseguimos controlar outros humanos e, conforme os jogos vão se tornando cada vez mais imersivos, parece que vamos em outra direção. Assistir jogos não é mais o suficiente para nós, queremos vivê-los (aí entram os óculos VR).

 

A.I. – A inteligência artificial

(2001 – Direção: Steven Spielberg)

Este clássico da ficção científica trabalha com uma nova perspectiva quando a androides e inteligências artificiais. No filme, David (Haley Joel Osment), um androide criança programado para amar os pais, conhece Joe (Jude Law), um androide prostituto, e somos apresentados à uma nova realidade em que humanos são divididos entre amar os robôs e odiá-los.

A.I. não tem nenhuma cena de sexo, mas a ideia de androides feitos para agradar humanos sexualmente já foi muito explorada no cinema e nas séries. Em Westworld, série da HBO, vemos lugares criados só para que humanos possam ter todas as experiências com androides, de sexo à assassinato.

Quão perto estamos disso? Os robôs que já construímos podem não ser exatamente realistas como os de A.I. e Westworld, mas estamos chegando lá lentamente. A androide Sofia já possui expressões faciais e é realmente surpreendente. Quanto aos desejos humanos, aí nós já estamos lá. As bonecas sexuais humanas são assustadoramente realistas e algumas pessoas já consideram sua relação com essas bonecas como algo recíproco. Imagine quando elas começarem a se mexer e falar?

3%

(2016 – atual – Netflix)

A série brasileira da Netflix foi uma surpresa positiva para muitos amantes de ficção científica. Mas uma das coisas mais interessantes foi perceber como as pessoas se relacionam no Maralto e como a tecnologia afetava suas vidas.

Em um dos episódios Rafael (Rodolfo Valente) participa de uma reunião para conhecer pessoas e, possivelmente, um parceiro amoroso. É instalado neles uma espécie de chip que permite ver quais são as similaridades com outras pessoas do grupo, deste modo, você não teria que perder tempo ficando com alguém que não tem nada em comum e nenhuma chance de dar certo.

Já estamos lá? Quase. Plataformas de relacionamento já são bem comuns e, se algumas permitem que você encontre pessoas que estão próximas de você e se tem amigos ou curtidas em comum, o aplicativo não dá qualquer indicação se vocês darão certo ou não. É bem provável que tenhamos algum tipo de dispositivo que faça isso no futuro. O episódio de Black Mirror “Hang the DJ” veio à mente? Talvez seja porque as duas ideias são muito similares, apesar de 3% estar um pouco mais próximo da nossa realidade.

 

Blade Runner 2049

(2017 – Direção: Denis Villeneuve)

Uma das cenas mais belas de Blade Runner 2049 é quando Joi (Ana de Armas) namorada virtual de K (Ryan Gosling) contrata uma prostituta para que ela seja seu corpo físico. O processo de sincronização entre a garota virtual e a real é impressionante.

Já havíamos visto isso em Her (2013), aonde Samantha pede que uma mulher humana interprete-a, mas tudo o que temos de Sam é a sua voz. Em Blade Runner 2049, vemos o corpo de Joi se “fundir” ao da outra mulher, como se elas fossem uma só.

Estamos próximos dessa realidade? Ainda que a Siri, assistente virtual da Apple, consiga fazer piadas e “lembrar” do que você gosta, estamos um pouco longe de criar algo tão complexo como Joi e Samantha, mas ainda chegamos lá. (Ou espero que não, vai que a revolução dos robôs começa ai?)

 

Achou que faltou alguma série, filme ou gadget que merecia ser citado nessa lista? Não se reprima e compartilhe com a gente.

Site escolhe os 100 melhores episódios de séries do século

Você é daqueles que acha difícil escolher até mesmo as suas séries favoritas? Esse site fez mais, ele escolheu os melhores episódios de todas as séries dos últimos 100 anos!

Não há dúvidas que a televisão mudou muito nos últimos anos. Nós temos mais produções seriadas do que nunca e, se antes você precisava esperar a série sair em VHS ou DVD pra maratonar, hoje as produtoras já lançam o produto todo de uma vez pra você não desgrudar da telinha por algumas boas horas.

Mas, mesmo assim, quando alguém nos pergunta “tem alguma série pra indicar?” parece que nunca vimos uma série na vida! E esse é um dos motivos pelos quais essa lista impressiona: não só os funcionários do site The Ringer lembraram, como eles se recordaram de séries que foram finalizadas há muitos anos.

A votação funcionou assim: cada funcionário do The Ringer escolheu seus episódios favoritos e entregou essa lista para o repórter responsável pela matéria. Fizeram, então, uma lista com mais votados das últimas duas décadas. Só havia uma regra: cada seriado só poderia aparecer uma vez, portanto mesmo se a série tivesse indicação de dois ou mais episódios, apenas o mais votado chegaria a ser listado.

Confira o top 20:

20 – Black Mirror – “Be Right Back” (S02E01)

19 – Justified – “Bloody Harlan” (S02E13)

18 – Friday Night Lights – “Pilot” (S01E01)

17 – The Oprah Winfrey Show – “The Tom Cruise Episode”

16 – The Office – “Dinner Party” (S04E09)

15 – Atlanta – “B.A.N.” (S01E07)

14 – Jersey Shore – “A New Family” (S01E01)

13 – The Jinx – “What The Hell Did I Do?” (S01E06)

12 – The West Wing – “Two Cathedrals” (S02E22)


11 – Grey’s Anatomy – “Losing My Religion” (S02E27)


10 – Breaking Bad – “Ozymandias” (S05E14)


09 – The O.C. – “Pilot” (S01E01)


08 – The Sopranos – “Pine Barrens” (S03E11)


07 – Survivor – “The Final Four” (S01E13)


06 – The Wire – “Middle Ground” (S03E11)


05 – Chappelle’s Show – “Episode #2.4” (S02E04)


04 – True Detective – “Who Goes There” (S01E04)

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03 – Game Of Thrones – “The Rains Of Castamere” (S03E09)

02 – Mad Men – “The Suitcase” (S04E07)


01 – Lost – “The Constant” (S04E05)

 

O que acharam? Algum episódio ficou de fora? Conte para a gente!

Peixe de Segunda: 5 bandas brasileiras de mais sucesso no exterior que em casa

Talvez sejam os sons, distantes daqueles culturalmente enraizados em nossas terras.

Dono de um capital cultural incrível, o Brasil é berço de maciços movimentos artísticos, que revelaram nomes em diversas áreas. Do samba de raiz, surgido nas periferias do país, ao cinema premiado internacionalmente, passando pela Tropicália e outras manifestações no entremeio, nossos comportamentos transpuseram barreiras.

Talvez, a música seja nossa principal contribuição para o mundo artístico. Desde as bandas que somos mais familiarizados, àquelas que escolheram se focar no mercado internacional, em busca de um público diferenciado, que no Brasil acaba por ser apenas de nicho.

Focando nesses artistas, trago uma lista dos cinco bandas que fizeram mais sucesso além das nossas fronteiras. Principalmente, por focarem em composições no internacional inglês.

1. CSS

Surgida com o boom da internet, no início dos anos 2000, o Cansei de Ser Sexy, ou CSS, conquistou o público do indie/eletrônico com hits pop chicletes. Depois de estourar na MTV Brasil com o clipe de “Alala”, a banda teve seu público fiel na Europa, para onde se mudou para dar sequência à carreira.

Tiro certo! Emplacando single atrás de single, a banda se manteve sob holofotes e foi presença constante em vários festivais do velho continente.

A música descompromissada deu um ar de autenticidade ao grupo indie, que conseguiu fazer seu som até o topo e segue carreira até hoje, formada inteiramente por meninas, uma vez que Adriano Cintra deixou a banda em 2011.

2. Angra

Uma das principais expoentes do heavy metal brasileiro, Angra com certeza foi das bandas de maior sucesso comercial fora do país. Em seu início, fez participações um tanto quanto questionáveis em programas de TV.

Mas foi um mal necessário. Logo a banda decolou e foi trampolim para grandes nomes da música brasileira. Inclusive, a partir do Angra surgiram outros nomes, como Shaman, que é quase como uma subsidiária da primeira.

Kiko Loureiro, guitarrista e fundador da banda, é hoje, também, guitarrista do Megadeth, um dos principais nomes do thrash metal mundial, sendo integrante do Big Four of Thrash, junto a Slayer, Anthrax e Metallica.

3. Far From Alaska

Mais recente da lista, o som dos nordestinos do Far From Alaska chegou no momento certo, em que bandas de stoner surgem aos montes. Mas, não apenas isso, fazem um som muito bom e conseguem se destacar em seu estado, Rio Grande do Norte, mesmo tocando em inglês.

Em 2017, a banda foi uma das atrações da edição francesa do itinerante Download Festival, dividindo palco com bandas de status internacional, como Slayer e System of a Down.

Cercada de bons instrumentistas, Emmily Barreto lidera muito bem a banda como excelente frontwoman e um vocal poderoso.

4. Krisiun

Um dos grandes nomes do metal extremo brasileiro, o powertrio gaúcho Krisiun é aclamado mundialmente com um som que transita entre o thrash e o death metal, conciso e direto. Tem grande público na Alemanha, onde, inclusive, gravaram alguns de seus álbuns.

Já tendo excursionado pelos quatro cantos do mundo, a banda dividiu palcos com grandes nomes do death metal mundial, como Vader, Morbid Angel e Brujeria. Eles seguem na ativa, e muito bem, com turnês no Brasil e fora, e quase 20 anos de estrada.

5. Sepultura

Sem dúvidas, o maior expoente da música pesada brasileira. Sepultura tem todo um nome para si mesmos, sendo presença frequente em diversos veículos ao redor do mundo entre as bandas e álbuns mais influentes do metal.

O destaque é o álbum Roots (1996), que elevou o patamar da banda, fazendo seu som transitar do thrash para o groove metal, marcou o experimentalismo da banda, que misturou batuques de sons de matrizes africanas ao timbre grave dos instrumentos do metal pesado.

Se tornando um dos principais nomes do gênero, a banda de BH é sempre citada por outros artistas do meio, como Dave Grohl, membros do Metallica e Gojira, como uma de suas principais influências.

Deixamos alguém de fora que não deveria ter ficado? Conta aí!

***

“Peixe de Segunda” é a coluna da Baleia para tratar de temas não convencionais dentro da cultura pop e do universo geek.

Saiba o que fazer com sua vida agora que a Copa acabou

O vazio dentro de nós é muito grande.

Acabou, no último domingo, a Copa do Mundo da Rússia 2018. E, junto com ela, a alegria de viver de muita gente – já não bastasse a eliminação precoce do Brasil. Mas, quem tem cultura geek, sempre tem companhia para esses momentos mais complicados.

Pensando no vazio existencial, principalmente para a maioria de nós que está, de alguma forma, de férias, achamos por bem trazer um raiozinho de esperança para suas vidas, com cinco coisinhas para preencher o seu dia.

Segue aí, nos agradeçam depois!

Fortnite: 5ª Temporada

Como já dissemos aqui, o MMO mais jogado da atualidade lançou uma nova temporada cheia de novidades. De fissuras que rompem barreiras tempo-espaciais a carrinhos de golfe, a lista de coisas para fazer está maior do que nunca, e divertida como sempre.

Games Retrô

O site Emulator.online oferece uma porrada de opções de plataformas de games retrô para você jogar online. O único requisito é ter o Flash instalado em sua máquina.

De 8 a 16 bit, você pode jogar uma infinidade de clássicos e ainda com a opção de salvar e de retomar o seu save, sem precisar de download. Dá para passar várias horas. Dias!

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Monty Python, na Netflix

Em março desse ano, finalmente, Monty Python chegou à Netflix. Não com o catálogo completo, mas grande parte do material do grupo britânico está lá. Incluindo a série clássica “Monty Python’s Flying Circus” e os filmes “Monty Python’s The Meaning of Life” e “Monty Python’s Life of Brian”.

Livro: “Geek Love”, Katherine Dunn (1989)

Este livro de Katherine Dunn, conta a história da família Binewski, que viaja os Estados Unidos com seu freakshow itinerante. O detalhe é que as “aberrações” são geradas pelo próprio casal de genitores, que tomam substâncias tóxicas radioativas.

O livro ainda é um dos favoritos da lenda Neil Gaiman, dos rockstars Kurt Cobain e Flea, e foi inspiração para a temática do Lollapalooza e para a série “American Horror Story”.

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Veja esse e outros livros geeks aqui.

Stranger Things

A Netflix revelou nesta semana o teaser nostálgico – claro! – da terceira temporada de sua série de maior sucesso. Para se preparar, que tal maratonar as duas primeiras, que já estão disponíveis? Afinal, ainda não há previsão de lançamento dos novos episódios.

Baleia Lista especial: 5 personagens LGBT da cultura pop

Apesar da forma bem tímida, assim como na vida, personagens gays, lésbicas e bi estão por todas as partes. Na arte não seria diferente.

* Com ajuda de Julia Benatti.

Junho é o mês de orgulho LGBTQ+, que é celebrado com um dia internacional justamente hoje, 28. E nós, do Baleia Geek, não poderíamos deixar de prestar nossa homenagem ao movimento.

A cultura pop tem uma grande importância que vai além do entretenimento. Ela têm a capacidade de alcançar a todos. Mas não adianta chegar em todos os lugares, se um grande número de pessoas não é representada naquilo. A importância da representação vai além do simples “mostrar o que existe”, ela reconhece culturas, ensina e transforma o “estranho” no comum.

Foi pensando nisso que criamos essa listinha com grandes personagens LGBT da cultura POP. Personagens que trouxeram entendimento, representatividade e, principalmente, grandes histórias.

  • Deadpool (Universo Marvel)

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Com o lançamento de Deadpool 2, pudemos ver um pouco mais da pansexualidade do mercenário tagarela. Mas, infelizmente, não tão abertamente como é tratado nos quadrinhos. Por ainda ser um termo relativamente novo, muitas pessoas não sabem o que é, e, mostrar abertamente um personagem com essa orientação sexual, abriu espaço para diálogo.

Para quem não sabe, uma pessoa pansexual pode se sentir atraído por um homem, mulher, transgênero ou uma pessoa sem gênero definido. “Pan” originado da palavra “todos”, significa exatamente isso. Portanto, um pansexual, como o nosso querido Deadpool, ou Oberyn Martell (Game of Thrones), se sente atraído por pessoas, independente do seu sexo, orientação sexual ou identidade de gênero.

  • Lanterna Verde (Detective Comics)

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Lanterna Verde é um personagem que já se estabeleceu no mundo dos quadrinhos, sendo um dos nomes mais fortes da DC. E, não muito tempo atrás, a produtora anunciou que seu herói, surgido nos anos 40, é gay.

Isso aconteceu em 2012, quando a DC resolveu reformular os seus personagens, trazendo roupagem nova, mudanças e verdades ocultas. E também no boom que a imprensa norte-americana chamou de “explosão do orgulho arco íris”, que aconteceu logo após o então presidente dos EUA, Barack Obama, se declarar a favor do casamento entre pessoas do mesmo sexo.

“Eu acho que é importante representar a vida em todas as suas incríveis formas. A comunidade LGBT faz parte do nosso mundo – uma parte fantástica, eu devo dizer”, disse James Robinson, quadrinista britânico responsável pela criação de Alan Scott, o Lanterna Verde gay, disse em entrevista à Superinteressante. “Então, é desonesto escrever e não se esforçar para incorporar personagens LGBT nas histórias de hoje”, continuou.

Aliás, o Lanterna quase teve um namorado brasileiro, mas a história acabou tomando novos rumos.

  • Batwoman (Detective Comics)

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Kate Kane, a ruiva que é “uma socialite lésbica à noite e combatente do crime, ainda mais tarde da noite”, ou Batwoman, foi a primeira heroína da DC (ela de novo!) a assumir sua sexualidade.

A primeira aparição de Kate (ainda como Kathy) foi em 1956, como um suposto affair de Bruce Wayne, o Batman, introduzida pela DC – olhe só! – para diminuir, em meio ao público, os rumores da época de que o homem morcego fosse gay.

Mais recentemente, a própria Detective Comics confirmou que, não só “o Batman é supergay”, como a Batwoman é lésbica. Com namorada e tudo!

Greg Rucka, um dos criadores da personagem repaginada disse que essa revelação veio muito atrasada. “Sim, ela é lésbica. E também é ruiva. Isto é um elemento da personagem, não é a personagem”, contou. “Se as pessoas têm problemas com isso, elas que se virem. Não é meu problema”, completou.

Em quadrinhos mais recentes, foi revelado que Kate é, na verdade, bissexual.

  • Paul Stamets (Star Trek)

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Paul Stamets e seu companheiro, Hugh Culber, formaram o primeiro casal na icônica série.

O primeiro personagem abertamente gay foi Hikaru Sulu, interpretado por John Cho, que foi mostrado com a sua família no filme Jornada nas Estrelas: Sem Fronteiras. No entanto, ao contrário do casal citado anteriormente, esse fato era de importância na história. Já Stamets e Culber foram um casal muito bem construído e seu romance impactou a história de formas que só quem assistiu e shippou esse casal pode entender.

“Estamos em um ponto no tempo em que as pessoas não são definidas pela sua sexualidade”, disse Aaron Harberts, showrunner da série, à Entertainment Weekly. “O que é fascinante sobre o personagem é que, quando o conhecemos, não sabemos quem ou o que ele é. Ele é tão super específico, difícil e brilhante. Queríamos desenrolar a sexualidade desse personagem da maneira como as pessoas desencadeiam sua sexualidade na vida”, completou.

  • Alvo Dumbledore (Harry Potter)

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Diretor da Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, Alvo Dumbledore foi a saída do armário que causou mais alvoroço entre todas dessa lista. Depois de vários anos e sucessos dos livros e dos filmes, J.K. Rowling, criadora da série Harry Potter, confirmou os rumores sobre a sexualidade do personagem.

Em um evento de autógrafos de lançamento do livro “Harry Potter e as Relíquias da Morte”, no Carnegie Hall, em Nova York, Rowling respondeu à uma fã, que a perguntou diretamente. “Ele encontra seu verdadeiro amor. Dumbledore é gay”, disse.

Mais recentemente, um tweet de uma fã foi endereçado à Rowling da seguinte forma: “Muito obrigado por escrever Harry Potter. Mas fico me perguntando por que você disse que Dumbledore é gay, porque não consigo vê-lo desta forma.”

Ao que a autora respondeu.

“Talvez porque gays se pareçam com… pessoas?” Ai.

***

E isso é só um pouquinho de toda essa representatividade. Quem você acha que faltou na lista? Qual o seu favorito?

Baleia lista: Melhores jogos para se aproveitar o Dia dos Namorados

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Dia 12 de junho é celebrado o Dia dos namorados. Com esta ideia em mente e aproveitando o clima da E3, decidimos criar uma lista com 5 games para você curtir junto do seu amorzinho. Então, já deixe  dois controles carregados e bora jogar!

5. Metal Slug 3

Um clássico! Qualquer jogo da série é uma ótima pedida, na verdade. Mas se tivermos que escolher apenas um, então vamos de Metal Slug 3. Talvez o mais famoso e com a “confusão” característica da série. Tiro, bomba, armas diferentonas, aliens, “nazistas” e o que mais você quiser acontecendo ao mesmo tempo na tela.

Muita diversão e boas horas de jogatina para aproveitar com o crush. Ou sentar no sofá e jogar com um amigo também já está de bom tamanho!

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4. Mortal Kombat X

Outra série que possui vários títulos excelentes, porém escolhemos o mais recente por ser muito bom, e também por ser o mais recente…

Um ótimo jogo para ajudar a tirar todo o estresse na base da porrada. Seja no modo versus ou trabalhando junto com outra pessoa para conquistar as famosas Torres. A história também não deixa nada a desejar e curtir as cutscenes junto com “seu bem” é tipo assistir a um filme um pouco menos romântico.

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3. Just Dance

Se você e o amor da sua vida são mais animados, então Just Dance é perfeito para vocês! Horas e horas dançando, se divertindo e possivelmente quebrando algum objeto da casa. Os jogos estão disponíveis para praticamente qualquer plataforma. É só baixar e acompanhar as performances exibidas na tela.

É também uma oportunidade para convidar mais um casal de amigos e ver quem tem mais swing e energia para aguentar o pique. Quem sabe depois para repor as energias não role aquele jantar romântico?

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2. Lego

Basicamente todo jogo da franquia é uma diversão para dois. Batman, Star Wars, Harry Potter e o que mais você e seu parceiro quiserem! Além de extremamente divertido, os jogos são engraçados e vocês dois irão passar um bom tempo quebrando tudo nos cenários para coletar peças de Lego.

Além de tudo isso, vários jogos da franquia contam com uma gama enorme de personagens jogáveis, então monotonia não é a melhor palavra pra ser usada durante este game.

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1. Mario Kart 8

É claro que o encanador bigodudo teria que estar em nossa lista! Pensou em dupla, pensou em Mario. Seja com seu irmão Luigi ou resgatando a princesa Peach, esta é uma franquia para dois. Selecionamos Mario Kart 8 ( difícil escolha entre tantos títulos bons), pois é ao mesmo tempo simples de se jogar e desafiador para virar um ás das pistas.

E ainda temos uma ótima quantidade de personagens, pistas e cascos para serem usados. Aproveite esta beleza com seu +1, seja no Switch ou no Wii U. A diversão para o dia mais romântico do ano está garantida!

Baleia Lista: Seis músicas que falam de baleias

Escolhemos para vocês as melhores músicas do mundo sobre baleias.

Quem não gosta de baleias, e quem não gosta de música? Nós, aqui da BALEIA, com certeza não somos essas pessoas. Pensando nisso, preparamos para vocês uma lista de músicas, de vários estilos, sobre o mesmo animal amado por todos: A BALEIA.

Curte aí e conta para a gente qual a sua favorita.

“Don’t Kill the Whale” – Yes

Essa daqui vem dos heróis prog do Yes. É a primeira porque a mensagem é importante: mata as baleias não, parça.

“Blood and Thunder” – Mastodon

Esse disco todinho do Mastodon é baseado no romance Moby Dick, de Herman Melville, sobre a segunda baleia mais importante para a cultura mundial (a primeira, A Baleia). Essa música, em especial, fala de como seria encontrar e caçar o bichão. É épico.

“Flying Whales” – Gojira

O Gojira, aqui, descreve a grandeza dos animais mais majestosos dos oceanos. E também é sobre nunca desistir dos seus sonhos. Voe, baleia!

“We’re Looking For the Whales” – A-ha

Encontrou, A-ha. Encontrou!

“The Last Great American Whale” – Lou Reed

Lou Reed, sempre pedrada. Crítica não faltou.

“As Baleias” – Roberto Carlos

O rei aqui mandou bala na crueldade. Se não desce lágrima, você não tem coração!

BÔNUS: “Bar Mitzvah” – Nissim Ourfali

A última música ia ficar muito triste, e a gente não podia deixar assim. Essa é alto astral. Volte sempre, Nissim!